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Agenda

Evento Especial

SIMPÓSIO HAROLDO DE CAMPOS 2022 – AS POÉTICAS (IM)POSSÍVEIS

17/09 19h | atividade híbrida

Sábado, 17 de setembro, às 15h

 

As atividades do dia 17/9 serão realizada presencialmente, no Anexo da Casa Guilherme de Almeida (EndereçoRua Cardoso de Almeida, 1943 – Perdizes/SP), e retransmitidas simultaneamente pela plataforma Zoom. Inscreva-se neste link para participar do evento presencial.

 

15h

Lançamento do livro Anthologie Internationale de Poesie Contemporaine. Bresil – Poesie intraitable.

Inês Oseki-Dépré

Interlocutora convidada: Diana Junkes

 

Com organização e tradução de Inês Oseki- Dépré  para o francês, esta antologia reúne alguns dos autores mais emblemáticos da modernidade poética brasileira, com grande amplitude e com a intratável vontade de revelar a sua incessante reinvenção. Participam da antologia poemas de Augusto de Campos, Alice Ruiz, Eduardo Sterzi, Marília Garcia, Regis Bonvicino, Ricardo Aleixo, Nelson Ascher, Carlito Azevedo, Arnaldo Antunes, Horácio Costa, Marcos Siscar, Diana Junkes, entre outros.

 

Inês Oseki-Depré é pesquisadora e teórica de Estudos da Tradução, professora emérita, tradutora e ensaísta. Já publicou Literariedade (1970), Théories et pratiques de la traduction littéraire (1999), Traduction & Poésie (2000), De Walter Benjamin à nos jours (2006), Haroldo de Campos: une Anthologie, entre outros. Como tradutora, verteu para o francês importantes obras, tais como: como Le ciel en damier d’étoile, de Antonio Vieira, Livre de I’nquiétude, de Fernando Pessoa, Les premières histoires, de Guimarães Rosa, Structure de la bulle de savon, de Lygia Fagundes Telles, Conversation extraordinaire avec une dame de ma connaissance, de Carlos Drummond de Andrade, Galaxies Poémes d’Haroldo de Campos, de Haroldo de Campos. Já para o português, traduziu os Écrits de Jacques Lacan (1986) e Algo Preto (2006), de Jacques Roubaud. Em breve, lançará obra sobre sua correspondência com Haroldo de Campos.

 

Diana Junkes é crítica literária e professora de Teoria Literária e Literatura Brasileira na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), onde também atua como pesquisadora e Pró-Reitora Adjunta de Pesquisa. Dedica-se ao estudo da poesia brasileira contemporânea e, particularmente, à obra de Haroldo de Campos. Dentre suas publicações, destaca-se o livro As razões da máquina antropofágica: poesia e sincronia em Haroldo de Campos (Editora da UNESP/2013). Além dele, tem significativa produção de artigos e capítulos de livros, voltados para os estudos de teoria e crítica de poesia. Como poeta publicou em revistas eletrônicas e blogs e é autora de clowns cronópios silêncios pela Editora Urutau (2017), entre outros.

 

17h

Mesa: Proéticas - Infraleituras da poesia expandida brasileira | Patrícia Lino  (atividade presencial e retransmitida pelo Zoom)

 

A partir da análise expandida de várias(os) autoras(es), como, por exemplo, Luís Aranha, Oswald de Andrade, Pagu, Julieta Barbara, Augusto de Campos, Ferreira Gullar ou Neide de Sá, proponho três ideias centrais: a) a criação da infraleitura, um novo tipo de ensaio intermedial, performático e anticolonial que se desenvolve a partir da expansão das faculdades corporais da própria ensaísta; b) a coincidência entre a intermedialidade e a prática antropofágica no desenvolvimento do fazer das vanguardas brasileiras; c) e, finalmente, a reabilitação tanto do estatuto híbrido de certos trabalhos canônicos quanto de trabalhos esquecidos ou ostracizados pela crítica.

 

Patrícia Lino é poeta, ensaísta e professora universitária. Ensina literaturas e artes visuais afro-luso-brasileiras na UCLA e publicou, até à data, Aula de Música (2022), O Kit de sobrevivência do descobridor português no mundo anticolonial (2020), No es esto un libro (trad.: Jerónimo Pizarro, 2020) e Manoel de Barros e a Poesia Cínica (2019). Dirigiu recentemente DAEDALUS 22/1 (BRA 2021), Anticorpo. Uma paródia do império risível (EUA-POR 2019) e Vibrant Hands (EUA-POR 2019). Lançou também o álbum de poesia mixada I Who Cannot Sing (2020). Apresentou, publicou e expôs ainda ensaios, poemas e ilustrações em mais de sete países. A sua investigação centra-se na poesia contemporânea, culturas visual e audiovisual, paródia, anticolonialismo e cinema luso-brasileiro. É co-coordenadora d A Colecção, linha editorial das Edições Macondo dedicada à publicação da poesia portuguesa contemporânea no Brasil.



Formas do tempo em poetas brasileiros contemporâneos | Viviana Bosi

As configurações do tempo são um aspecto fundamental da poesia, seja através dos ritmos variados da composição, seja através das figuras e temas trabalhados pelo poeta. Pretendemos refletir sobre o modo como a temporalidade de poemas contemporâneos conversa com nossa época. 

 

Viviana Bosi possui graduação, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo. Fez pós-doutorado pela Casa de Rui Barbosa e universidade Nova de Lisboa. Atualmente é professora do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada na Universidade de São Paulo, desde 1998. Defendeu sua livre-docência apresentando a tese "Poesia em risco: itinerários a partir dos anos 60" (2011). Publicou diversos ensaios sobre escritores brasileiros contemporâneos (Ana Cristina Cesar, Francisco Alvim, Armando Freitas Filho, Rubens Rodrigues Torres Filho, Sebastião Uchoa Leite, José Paulo Paes e outros) e estrangeiros (Charles Baudelaire, Franz Kafka, Emily Dickinson). Organizou, junto a Renan Nuernberger, o livro Neste instante: novos olhares sobre a poesia brasileira dos anos 1970 (2018) e publicou os livros John Ashbery, um módulo para o vento (1999) e Poesia em risco. Itinerários para aportar nos anos 1970 e além (2021).

 


Faça sua inscrição aqui para acompanhar pelo Zoom. Serão emitidos certificados aos inscritos que participarem de 75% dos encontros. Inscrição para o encontro presencial, acessar este link.

CASA DAS ROSAS
ESPAÇO HAROLDO DE CAMPOS DE POESIA E LITERATURA
+55 (11) 3673-1883 contato@casadasrosas.org.br
Av. Paulista, 37 Bela Vista CEP 01311-902 São Paulo Brasil
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DO MUSEU
O museu está sendo restaurado. Durante o período do restauro, o jardim funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h

Governo do Estado de São Paulo

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