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Agenda

Evento Especial

SIMPÓSIO HAROLDO DE CAMPOS 2022 – AS POÉTICAS (IM)POSSÍVEIS

12/09 19h | atividade realizada pela plataforma zoom

De 12 a 17 de setembro


Atividades pelo Zoom e, no último dia, presencialmente no Anexo da Casa Guilherme de Almeida

Neste ano em que se relembra, comemora e discute a centenária Semana de Arte Moderna – que renovou a criação poética e artística e o pensamento a respeito da cultura brasileira – , o Simpósio Haroldo de Campos toma como mote uma expressão criada por Haroldo de Campos no seu decisivo ensaio “Poesia e modernidade: da morte da arte à constelação. O poema pós-utópico”: “Ao projeto totalizador da vanguarda, que, no limite, só a utopia redentora pode sustentar, sucede a pluralização das poéticas possíveis”. Uma literatura que assumisse a pluralidade cultural, o choque de culturas em curso no país – bem como o choque com culturas externas, era uma das questões centrais do modernismo e permaneceu aberta até hoje. Se essa pluralização de que falava Haroldo era pertinente em 1984 (ano da publicação do ensaio), é provável que o seja ainda mais, atualmente. Que poéticas são possíveis, hoje? Podemos distingui-las? O Simpósio deste ano pretende colocar em discussão  algumas das (im)possíveis poéticas que despontam no momento.


Dia 12 de setembro, 19h

Mesa | Poéticas não-antropocêntricas


O humano e o não-humano na poesia brasileira contemporânea: instabilidades,
metamorfoses, unidade e diferença

Ana Estaregui

 

O encontro propõe refletir a respeito e estabelecer relações entre o pensamento ideogramático e constelar proposto por Haroldo de Campos (a partir de diversos autores; mais especificamente usaremos como exemplo o texto "Os caracteres da escrita chinesa como instrumento para poesia" de Ernest Fenollosa) e o movimento da natureza presente em poemas de autores e autoras brasileiras que versam sobre a possibilidade de instabilidade da forma, as múltiplas vozes e perspectivas (humanas e não humanas) e as leituras transespecíficas que podemos fazer a partir delas. 

Ana Estaregui é graduada em Artes Visuais pela FAAP e mestre em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP. Publicou Chá de jasmim (Patuá, 2014) e Coração de Boi (7Letras, 2016). Em 2018 recebeu, com
os originais do livro Dança para Cavalos, o Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura na categoria Poesia.

 

O vegetal autobiográfico: humanos não humanos em literatura
Evando Nascimento

Nunca se deu a devida atenção às plantas nos estudos literários, a não ser na estética romântica ou simbolista, mas apenas como símbolos para a realidade humana. Sobretudo a partir do século XX, e mais ainda na contemporaneidade, as plantas ganharam um protagonismo inédito, em autores como Pessoa (Caeiro) e Clarice, entre outros. Cabe avaliar o papel literário dos vegetais, implicando também quem deles fala: o poeta, o romancista, o ensaísta.

 

Evando Nascimento. Graduado pela UFBA, mestre pela PUC-Rio e doutor pela UFRJ, completou sua formação na École des Hautes Études en Sciences Sociales, onde foi aluno de Jacques Derrida, e na Sorbonne, onde foi aluno de Sarah Kofman. Realizou um pós-doutorado na Universidade Livre de Berlim. Atualmente, leciona na Universidade Federal de Juiz de Fora. Traduziu, de Derrida, as obras A Universidade sem Condição e Papel-Máquina. Também é ficcionista, tendo sido finalista do Prêmio Portugal Telecom 2012. Publicou os livros A desordem das inscrições (Contracantos) (2019) e O pensamento vegetal: A literatura e as plantas (2021), entre outros.

Mediação: Julio Mendonça

 

Dia 14 de setembro, 19h
Mesa | Poéticas originárias

 

A palavra entre mundos
Com Johnn Nara Gomes e Luciana de Oliveira

 

A palestra apresenta a partilha de uma experiência de co-criação do livro bilíngue (Guarani e Português), Ñe é Tee Rekove/Palavra Verdadeira Viva, organizado pelo rezador Valdomiro Flores (Ava Apyka Renda Jurua), pela rezadora Tereza Amarília Flores (Kuña Jeguaka Rory) e por Luciana de Oliveira (Kuña Jeguaka Renda), produzido em colaboração com o povo Kaiowá do território retomado de Guaiviry Yvy Pyte Ojere (Mato Grosso do Sul/Brasil). Serão apresentadas algumas das escolhas e negociações intermundos em torno: 1) da transcriação do oral ao escrito; 2) da tradução interlinguística (entre idiomas), interétnica (entre povos e culturas), intersemiótica (entre linguagens e formas expressivas) e o interperspectivo (entre formas de vida); 3) das tensões e dos afetos; 4) da intradutibilidade e das inequivalências.


Johnn Nara Gomes é liderança jovem na Retomada Aty Jovem (RAJ) dos povos Kaiowá e Guarani  e reside na retomada de Guaiviry Yvy Pyte Y Jere (Mato Grosso do Sul/Brasil). Formou-se na área de cinema pelo Programa de Extensão Imagem Canto Palavra no Território Guarani e Kaiowá da UFMG e co-dirigiu os filmes Ava Marangatu (Ser Sagrado, 2016, 15"), Ava Yvy Vera (Terra do Povo do Raio, 2016, 52") e Yvy Pyte (Coração da Terra, 2019, 7") que ganharam prêmios e participaram de mostras nacionais e internacionais.


Luciana de Oliveira é pesquisadora-extensionista e professora associada no Departamento de Comunicação Social e no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UFMG (linha de pesquisa Pragmáticas da Imagem). Tem trabalhado colaborativamente com o movimento Aty Guasu Guarani-Kaiowá e com a comunidade de Guaiviry Yvy Pyte Y Jere desde 2012. É co-organizadora do livro Ñe ē Tee Rekove/Palavra Verdadeira Viva (2020) junto com o casal de xamãs Valdomiro Flores e Tereza Amarília Flores. É lider do Coletivo de Estudos, Pesquisas Etnográficas e Ação Comunicacional em Contextos de Risco (Corisco).


Literatura indígena, autoria e poética do eu-nós


O conceito de “poética do eu-nós” permite abordar a produção literária de autoria individual indígena, destacando o reconhecimento da identidade indígena para a afirmação dos povos originários no (pluri)país. Essa identidade coletiva, marcante entre os povos originários, projeta os sujeitos indígenas no âmbito da literatura, evidenciando a presença indígena em publicações disponíveis no mercado editorial.


Julie Dorrico pertence ao povo Macuxi. Doutora em Teoria da Literatura na PUCRS. Mestre em Estudos Literários e licenciada em Letras Português pela UNIR. É poeta, escritora, palestrante, pesquisadora de literatura indígena. Venceu em 1º lugar o concurso Tamoios/FNLIJ/UKA de Novos Escritores Indígenas em 2019. Administradora do perfil @leiamulheresindigenas no Instagram e do canal no YouTube Literatura Indígena Contemporânea. Curadora da I Mostra de Literatura Indígena no Museu do Índio (UFU). Autora da obra “Eu sou macuxi e outras histórias” (Caos e Letras, 2019).

 

Dia 15 de setembro, 19h
Mesa | Poéticas afro-brasileiras


A literatura afro-brasileira e as poéticas da escrevivência
Eduardo de Assis Duarte


A tradição da escrita afrodiaspórica existente nas Américas desde o século XIX nos revela o vigor do testemunho, seja como forma de denúncia do modo de produção escravista e de seus resquícios, seja como verdadeiro esteio e ponto de partida dos discursos poético e ficcional, contemporâneos ou posteriores à vigência do regime. Dissimulado na prosa e na poesia de nomes como Firmina, Machado, Cruz e Sousa ou Lima Barreto, a partir do memorialismo de Carolina Maria de Jesus o testemunho ganha força e se faz escrevivência – traço realista constitutivo da poética de Conceição Evaristo e tantas outras vozes negras que, nas últimas décadas, vêm construindo a vertente afro da literatura brasileira.


Eduardo de Assis Duarte integra o Programa de Pós-graduação em Letras – Estudos Literários, da FALE- UFMG e o Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Alteridade – NEIA, da mesma Instituição. Autor de Literatura, política, identidades (2005) e de Jorge Amado: romance em tempo de utopia, (1996). Organizou, entre outros, o volume Machado de Assis afrodescendente: escritos de caramujo. (3. ed. rev. ampl., 2020), a coleção Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica (2021) e os volumes didáticos Literatura afro-brasileira, 100 autores do século XVIII ao XXI (2019) e Literatura afro-brasileira, abordagens na sala de aula (2019). Coordena o Grupo Interinstitucional de Pesquisa “Afrodescendências na Literatura Brasileira” e o Portal literafro, disponível no endereço www.letras.ufmg.br/literafro

 

Traduzindo literatura da diáspora africana para a língua portuguesa do Brasil

Maria Aparecida Andrade Salgueiro 

 

A presente palestra apresenta aspectos de trabalho em curso nos últimos anos sobre Literatura Afro-americana, Afro-Brasileira e Estudos da Tradução. Ao observar como a negritude – ou o ser negro – se traduz em diferentes contextos e espaços geográficos, analisa relações de poder, processos de construção identitária colonial, pós-colonial e decolonial e o surgimento de cânones literários, hegemonia cultural e globalização, desmistificando espaços e mostrando a tradução como atividade que ocorre não em um espaço neutro, mas sim, em situações sociais e políticas concretas.

 

Maria Aparecida Andrade Salgueiro é Professora Titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Diferentes momentos de atuação no exterior, entre eles, como Visiting Professor no Dartmouth College e na University of Houston, nos Estados Unidos. Pós-Doutora, Universidade de Londres, UCL (2008). Doutora, UFF, 2000. Pesquisadora do CNPq; Cientista do Nosso Estado/FAPERJ; Procientista UERJ/FAPERJ. Líder de Grupo de Pesquisa/CNPq. Na UERJ é Professora e Orientadora do Programa de Pós-Graduação em Letras e Coordenadora Geral do Escritório Modelo de Tradução. É autora, no Brasil e no exterior, de artigos, capítulos de livros, co-autora de obras, entre elas Zora Neale Hurston and ‘Their Eyes were watching God’: The construction of an African-American Female Identity and the Translation Turn in Brazilian Portuguese (2010), com Alva, R., e autora de outras, sendo a mais conhecida, Escritoras Negras Contemporâneas - Estudo de Narrativas: Estados Unidos e Brasil (2004).


Mediação: Dayane Teixeira


Dia 16 de setembro, 19h
Mesa | Poéticas da voz em performance
Poesia performática na periferia
Eleilson Leite

 

A poesia periférica em São Paulo surgiu na forma oral e corporal há mais de 20 anos nos saraus. Os Slams, que tomaram a cena nos arrabaldes nos últimos 10 anos acentuaram a dimensão performática das criações poéticas. A palestra abordará a transposição para o formato de livro de poemas antes compostos para serem declamados. O palestrante discorrerá sobre a profusão de publicações de poetas expoentes de recitais e das batalhas de poesia falada e fará apreciações de três autores e autoras, por meio do cotejo de vídeos publicados na Internet com o texto impresso.

Eleilson Leite tem graduação em História e mestrado em Estudos Culturais, ambos pela USP. É editor, programador e produtor cultural. Coordena a área de cultua da ONG Ação Educativa onde idealizou e coordena iniciativas como Encontro Estéticas das Periferias, a Agenda Cultural da Periferia e o Ponto de Cultura Espaço Cultural Periferia no Centro. É colunista do Site Outras Palavras onde publica quinzenalmente artigos sobre literatura periférica.
 

             
Por entre e contra – o inconcluído: Waly Salomão & Lenora de Barros, a escrita in acto
Gustavo Silveira Ribeiro


Nos anos setenta, em meio à experimentação geral das linguagens e dos corpos que teve lugar na cena artística e cultural, dois jovens poetas, Waly Salomão e Lenora de Barros, retomam o impulso recente do projeto construtivista brasileiro para, em diálogo com as neovanguardas internacionais e a obra de artistas como Helio Oiticica e Lygia Pape, expandir e aprofundar a tradição da Poesia Concreta em direção à performance. Para isso, elaboram trabalhos que surpreendem, in acto, a cena da escrita, incorporando ao corpo do poema a ação mesma de escrever, ao modo como Jackson Pollock fez com a sua action paiting. Seja como rastro, como gesto manual ou como encenação dramática do ato da escrita, os “babilaques” de Waly e as fotoperformances de Lenora operam na direção da verbivocovisualidade, dando materialidade ao texto e tornando experimentáveis, táteis, os conceitos implicados na produção poética e artística.


Gustavo Silveira Ribeiro é professor de Literatura Brasileira da Universidade Federal de Minas Gerais. É pesquisador do CNPq e da Fapemig. Atua principalmente nas seguintes áreas: Poesia Brasileira Contemporânea. Escrita criativa. Ensaísmo. Literatura e cultura latino-americana: século XX. Relações entre Literatura e Filosofia. É um dos editores da revista ”Ouriço”. Entre seus títulos publicados estão O drama ético na obra de Graciliano Ramos (UFMG, 2016) e Antevéspera, noite interior: atravessar uma canção que me atravessa (Macondo, 2018). Organizou a antologia Uma alegria estilhaçada: poesia brasileira 2008 – 2018.

Mediação: Julio Mendonça

 


Dia 17 de setembro
Atividades presenciais no Anexo da Casa Guilherme de Almeida


15h
Lançamento do livro Anthologie Internationale de Poesie Contemporaine. Bresil – Poesie intraitable.
Inês Oseki-Dépré
Interlocutora convidada: Diana Junkes

Com organização e tradução de Inês Oseki- Dépré para o francês, esta antologia reúne alguns dos autores mais emblemáticos da modernidade poética brasileira, com grande amplitude e com a intratável vontade de revelar a sua incessante reinvenção. Participam da antologia poemas de Augusto de Campos, Alice Ruiz, Eduardo Sterzi, Marília Garcia, Regis Bonvicino, Ricardo Aleixo, Nelson Ascher, Carlito Azevedo, Arnaldo Antunes, Horácio Costa, Marcos Siscar, Diana Junkes, entre outros.

Inês Oseki-Depré é pesquisadora e teórica de Estudos da Tradução, professora emérita, tradutora e ensaísta. Já publicou Literariedade (1970), Théories et pratiques de la traduction littéraire (1999), Traduction & Poésie (2000), De Walter Benjamin à nos jours (2006), Haroldo de Campos: une Anthologie, entre outros. Como tradutora, verteu para o francês importantes obras, tais como: como Le ciel en damier d étoile, de Antonio Vieira, Livre de I nquiétude, de Fernando Pessoa, Les premières histoires, de Guimarães Rosa, Structure de la bulle de savon, de Lygia Fagundes Telles, Conversation extraordinaire avec une dame de ma connaissance, de Carlos Drummond de Andrade, Galaxies e Poémes d Haroldo de Campos, de Haroldo de Campos. Já para o português, traduziu os Écrits de Jacques Lacan (1986) e Algo Preto (2006), de Jacques Roubaud. Em breve, lançará obra sobre sua correspondência com Haroldo de Campos.


Diana Junkes é crítica literária e professora de Teoria Literária e Literatura Brasileira na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), onde também atua como pesquisadora e Pró-Reitora Adjunta de Pesquisa. Dedica-se ao estudo da poesia brasileira contemporânea e, particularmente, à obra de Haroldo de Campos. Dentre suas publicações, destaca-se o livro As razões da máquina antropofágica: poesia e sincronia em Haroldo de Campos (Editora da UNESP/2013). Além dele, tem significativa produção de artigos e capítulos de livros, voltados para os estudos de teoria e crítica de poesia. Como poeta publicou em revistas eletrônicas e blogs e é autora de clowns cronópios silêncios pela Editora Urutau (2017), entre outros.


17h
Mesa | Proéticas 
Infraleituras da poesia expandida brasileira
Patrícia Lino


A partir da análise expandida de várias(os) autoras(es), como, por exemplo, Luís Aranha, Oswald de Andrade, Pagu, Julieta Barbara, Augusto de Campos, Ferreira Gullar ou Neide de Sá, proponho três ideias centrais: a) a criação da infraleitura, um novo tipo de ensaio intermedial, performático e anticolonial que se desenvolve a partir da expansão das faculdades corporais da própria ensaísta; b) a coincidência entre a intermedialidade e a prática antropofágica no desenvolvimento do fazer das vanguardas brasileiras; c) e, finalmente, a reabilitação tanto do estatuto híbrido de certos trabalhos canônicos quanto de trabalhos esquecidos ou ostracizados pela
crítica.

Patrícia Lino é poeta, ensaísta e professora universitária. Ensina literaturas e artes visuais afro-luso-brasileiras na UCLA e publicou, até à data, Aula de Música (2022), O Kit de sobrevivência do descobridor português no mundo anticolonial (2020), No es esto un libro (trad.: Jerónimo Pizarro, 2020) e Manoel de Barros e a Poesia Cínica (2019). Dirigiu recentemente DAEDALUS 22/1 (BRA 2021), Anticorpo. Uma paródia do império risível (EUA-POR 2019) e Vibrant Hands (EUA-POR 2019). Lançou também o álbum de poesia mixada I Who Cannot Sing (2020). Apresentou, publicou e expôs ainda ensaios, poemas e ilustrações em mais de sete países. A sua investigação centra-se na poesia contemporânea, culturas visual e audiovisual, paródia, anticolonialismo e cinema luso-brasileiro. É co-coordenadora d A Colecção, linha editorial das Edições Macondo dedicada à publicação da poesia portuguesa contemporânea no Brasil.


Formas do tempo em poetas brasileiros contemporâneos
Viviana Bosi


As configurações do tempo são um aspecto fundamental da poesia, seja através dos ritmos variados da composição, seja através das figuras e temas trabalhados pelo poeta. Pretendemos refletir sobre o modo como a temporalidade de poemas contemporâneos conversa com nossa época. 


Viviana Bosi possui graduação, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo. Fez pós-doutorado pela Casa de Rui Barbosa e universidade Nova de Lisboa. Atualmente é professora do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada na Universidade de São Paulo, desde 1998. Defendeu sua livre-docência apresentando a tese "Poesia em risco: itinerários a partir dos anos 60 (2011). Publicou diversos ensaios sobre escritores brasileiros contemporâneos (Ana Cristina Cesar, Francisco Alvim, Armando Freitas Filho, Rubens Rodrigues Torres Filho, Sebastião Uchoa Leite, José Paulo Paes e outros) e estrangeiros (Charles Baudelaire, Franz Kafka, Emily Dickinson). Organizou, junto a Renan Nuernberger, o livro Neste instante: novos olhares sobre a poesia brasileira dos anos 1970 (2018) e publicou os livros John Ashbery, um módulo para o vento (1999) e Poesia em risco. Itinerários para aportar nos anos 1970 e além (2021).


Mediação: Julio Mendonça

 


Atividades realizadas pela plataforma Zoom. Faça sua inscrição aqui (mesmo link para a atividade híbrida, no dia 17, sábado). Serão emitidos certificados aos inscritos que participarem de 75% dos encontros. Inscrição para o encontro presencial, sábado, 17/09, acessar este link.

CASA DAS ROSAS
ESPAÇO HAROLDO DE CAMPOS DE POESIA E LITERATURA
+55 (11) 3673-1883 contato@casadasrosas.org.br
Av. Paulista, 37 Bela Vista CEP 01311-902 São Paulo Brasil
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DO MUSEU
O museu está sendo restaurado. Durante o período do restauro, o jardim funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h

Governo do Estado de São Paulo

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