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Como foi?: Seminário de Educação em Museus

São Paulo, 10 de Agosto de 2015. 

O Seminário de Educação em Museus : Interpretação e Imaginação ocorrido no dia 10 de agosto tratou de uma gama de assuntos relacionados ao universo da arte-educação, da pedagogia, da acessibilidade que os museus oferecem aos diferentes públicos, às novas possibilidades de educação libertária que tais espaços podem promover e, também, de como o educador-professor atua em sua área profissional frente aos entraves e às dificuldades que essa área acarreta para a formação intelectual e pessoal.

 

O quê é um museu? Como esse espaço pode promover novas descobertas, linguagens e fruições? De quê maneira a educação, dita informal, potencializa e insufla a formação da sociedade?

 

 

O seminário contou com a participação dos pesquisadores, educadores e professores Ana Mae Barbosa, Lilian Amaral, Rejane Coutinho, Valquíria Prates, José Minerini Neto e Ricard Huerta. Todos puderam expor um pouco de suas visões e trabalhos que, a pesar de dialogarem por diferentes territórios referentes à arte, à educação, à cidade, ao espaço urbano e ao museu, complementaram-se de forma harmoniosa para a discussão sobre a educação informal e sua relação com a construção dos espaços e de reação e conseqüência política que esses engendram. 

 

Ricard Huerta, docente da cadeira de Educação Artística da universidade de Valência e também professor da Faculdade de Magistério do Instituto Universitário de Criatividade e inovações Educativas (Facultad de Magisterio y secretariado del Instituto Universitario de Creatividad e Innovaciones Educativas) versou sobre as possibilidades e conexões que os museus podem e devem travar com a relação de seu entorno, mas não o entorno como aquilo que é comum, aquilo que está à volta, senão, a investigação de como potencializar as ações artístico-educativas à participação da sociedade sem, necessariamente, atrelá-la às elites e ao público já habitual.

 

 

Lílian Amaral, docente da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), mestre e doutora em artes pela ECA USP, pesquisadora da universidade Complutense de Madri  e coordenadora da linha de pesquisa em de arte e media city com o foco em estratégias contemporâneas para a incidência em patrimônio apresentou seu contínuo projeto de pesquisa nomeado R.U.A -  Realidade Urbana Aumentada que constitui seu projeto de pós-doutorado.

 

Sua fala trouxe-nos novas possibilidades e visões acerca de como pensarmos as cidades e seus espaços constituintes de maneira a possibilitarmos uma composição mais orgânica da urbe,  mais direcionada às tecnologias sociais que a constituem de maneira não-arbitrária e mais orgânica. Processos como a cartografia, capaz de representar a infinitude programacional dos espaços, das linhas e de suas conexões; a deriva como a apropriação e o reconhecimento dos lugares que tomamos como comuns devido ao embrutecimento de nossas percepções estéticas – o caminhar e o (re)descobrimento compõem elementos-chave de sua pesquisa que apresentou novas maneiras, potências e desenhos para uma possível e nova forma de gerirmos e interagirmos com a cidade e com aquilo que nomeamos de patrimônio, sem deixa-lo à toa como um espaço congelado de memórias passadas que não mais constituem aquilo que compreendemos por cultura e contemporaneidade.

 

 

José Minerini Neto, doutor em artes visuais pela ECA USP e mestre em estética e história da arte com licenciatura em educação artística coordena  a área de ensino de arte do ensino fundamental na rede particular do estado de São Paulo. José pesquisou extensivamente o histórico dos educativos da Bienal e relatou um pouco de como suas formações se deram até o momento da Vigésima Nona Bienal de São Paulo.

 

 

Valquíria Prates, mestra em educação e graduada em letras pela USP tem como temas de pesquisa as áreas da arte contemporânea, da recepção estética, relação com o público de artes, meditação das artes e aprendizagem em instituições culturais. Sua fala pontual e lúcida trouxe-nos questões referentes à comunicação dos educativos de museus com os diferentes públicos que nele aportam.

 

 

Por fim realizamos um debate entre os participantes com o apoio de Rejane Coutinho, doutorada pela universidade de Navarra pesquisando o desenho como instrumento de relação entre públicos e de sua linguagem como disparadora para uma nova subjetividade lingüística principalmente voltada à infância. Ana Mae Barbosa, pioneira da arte-educação no Brasil também participou do debate instigando o público e respondendo aos questionamentos de todos.

 

 

Para mais referências:

AMARAL, Lilian. ID Bairro SP#02 OBSERVATÓRIO BOM RETIRO. Disponível em: http://idensitat.net/idbairrosp. Acesso em: 20 de julho. 2012.

AMARAL, L. & CERDÀ, J. Definição | R.U.A. BCN, 2012. Acesso em 13 de Abril de 2014: http://ruabcn.wordpress.com/definição/

BARBERO, J.M., In-Signis,. Barcelona: Gedisa, 2008.

BLANCO,O. (2009). Biopolítica, espacio y estadística. Ciencia Política, 7, p. 28.

BOURRIAUD, N. (2006). Estética Relacional. Biuenos Aires:Adriana Hidalgo, pp. 6-7.

DEDORD, G. (1958). Teoría de la deriva. Recuperado 18 de diciembre de 2013, a partir de http://www.sindominio.net/ash/is0209.htm

De CESTEAU, M. (2000). La invención de lo cotidiano (Vol. 1. Artes de Hacer). México, D.F: Universidad Iberoamericana, p. L.

CASTELLS, M. A era da informação. Vol. 1. Madrid: Alianza, 2003.

GUATTARI, F. Félix Guattari. Caosmose: um novo paradigma estético. 4 ed. São

Paulo:  Ed. 34, 2006. 

HOPENHAYN, Martin.  América Latina desigual e sem foco? Buenos Aires:

Standard, de 2005.

HUYSSEN, A. Seduzidos pela Memória: arquitetura, monumentos, mídia. 2ª.

  1. Arte, Experiência e Territórios em Processo. Espaço

Público / Espaço Social. Calaf | Manresa: IDENSITAT Asociació de Arte

Contemporánea, 2007.

Publicações eletrônicas relacionadas ao texto

Site do Grupo de Pesquisa GIIP | UNESP - http://www.giip.ia.unesp.br/

Video do workshop R.U.A Barcelona - http://vimeo.com/63506037

Video do projeto Rua - Cartografias Inventadas - http://youtu.be/Iy-qGEgQNtE


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