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Como foi?: Labirínticos J. L. B. e a Arquitetura Fantástica

São Paulo, 6 de julho de 2016

 

Dois Tempos B


De dentro para fora dos labirintos da dúvida 
Dois labirintos interiores de dentro para fora 
Dos sempre interiores labirintos de dentro 
Da dúvida de dentro dos labirintos interiores 
Do círculo da dúvida de dentro sempre para fora 
Dos labirintos de dentro para fora do círculo 
Do sempre mais para fora portanto de dentro 
Do centro portanto de dentro para fora do círculo 
Do círculo dos labirintos sempre de dentro para fora

 

Sebastião Uchoa Leite 
1970
 

 

 By this art you may contemplate the variation of the 23 letters.

 

The Anatomy of Melancholy,

Part 2, sect. II, mem IV.

 

 

O God, I could be bounded in a nutshell and count myself a King of infinite space.

 

Hamlet II, 2

 

 

 

A oficina Labirínticos: Jorge L. Borges e a arquitetura fantástica buscou escavar as linhas entre a literatura e a arquitetura de maneira a compar(trilhar) as formas pelo qual se é possível desenhar com palavras os espaços que nos envolvem, que habitamos – seja de forma física ou virtual.

 

 

Por meio de três textos icônicos de Borges – A Biblioteca de Babel, A Casa de Asterion e Os dois reis e os dois labirintos – exploramos três tipos de labirintos que se apresentam na ficção borgesiana relacionando-os às qualidades dos espaços rizomáticos, geométricos e compartilhantes de maneira a estudá-los por meio da narração coletiva e por exemplos visuais que cadenciam os presentes símbolos constantes naquilo que Borges propunha como “álgebra”.

 

 

Juntamente aos exemplos visuais que ilustram essas temáticas simbólicas, debruçamo-nos sobre as temáticas das correntes Neoplasticistas do movimento De Stijl para elucidarmos como as formas de linhas racionais e as cores primárias possuem a capacidade para a representação de um espaço cuja estrutura apesar de simples torna-se contaminada pela poética da exploração do espaço: é esse algo modelável por nós mesmos conforme nossa vontade?, podemos alterá-lo a partir de intervenções práticas, quais as conexões entre o espaço e o viver – hábitat?

 

Maquete da casa Rietveld Schröder em Utrecht 1924

 

Após a apresentação de uma gama de arquitetos e artistas que abordam as temáticas do livro-de-artista e do livro-objeto e que se valem do desenho como forma de exploração dos espaços transmórficos, partimos para uma ação prática de composição espacial com materiais moldáveis que permitiram questionar como as dimensões se bifurcam e diluem em nossas vivências, sejam elas táteis e práticas, ou, imagéticas e simbólicas.

 

Recorte do parlamento de Daca, Bangladesh. Louis Khan.

 

A oficina Labirínticos: Jorge L. Borges e a Arquitetura Fantástica contará com uma segunda edição a ser desenvolvida no mês de setembro, assim, os interessados poderão acompanhar a programação da Casa das Rosas para  se inscreverem na atividade.  

 

 

 

 

 

 


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