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Como foi?: Identidades Gráficas - Imagem, Poema, Palavra E Peso

São Paulo, 07 de junho de 2015. 

 

Na oficina Identidades Gráficas – Imagem, Poema, Palavra, Peso exploramos a história da ilustração ocidental e de como a imagem possibilita uma interconexão entre a construção daquilo que conhecemos por idéia.

 

 A partir de alguns exemplos clássicos da ilustração no panorama ocidental discutimos como a imagem-literária possui um grande poder de atração aos olhos daqueles que a exploram como ferramenta de comunicação e, ainda mais, vêm-na como possibilidade de explorar outros formatos de pensar-se enredo, trama, narração.

 

 

 

 

Por meio da exploração de diferentes técnicas gráficas percebemos como a imagem modela nossa compreensão do espaço textual enquanto matéria imagética e, conseqüentemente, como tempo de percepção – como convite à imagem reflexiva.

Por meio das ilustrações, em dois momentos diferentes, da obra Alice no País das Maravilhas escrita por Lewiss Carroll, pudemos comparar como a imagem presente no texto encaminha nosso olhar e nossa imaginação para diferentes formas de perceber uma estória. Imagens que através da técnica luminosa, do posicionamento dos elementos visuais e do método de fatura acarretam distintos olhares frente ao mesmo texto.

  

     

John Tenniel 1890 - Alice’s Adventures in Wonderland

 

John Tenniel 1890 - Alice’s Adventures in Wonderland

 

John Tenniel 1890 - Alice’s Adventures in Wonderland

 

John Tenniel 1890 - Alice’s Adventures in Wonderland

 

 

Arthur Rackham 1909 - Alice’s Adventures in Wonderland

 

 

Arthur Rackham 1909 - Alice’s Adventures in Wonderland

 

 

Arthur Rackham 1909 - Alice’s Adventures in Wonderland

 

Com isso, passamos a investigar o cenário contemporâneo na ilustração a partir da obra de alguns artistas, designers e ilustradores que buscam, por meio de experimentações, transformando a ilustração no próprio suporte textual, ou seja, na matéria etérica do texto-imagem. Assim, passamos por alguns exemplos referentes ao livro-objeto, ao livro-de-artista, livro-lâmina e outros suportes que permitem a investigação dos elementos gráfico-textuais como imagem e textura – a tipografia, a diagramação e o posicionamento destes signos inaugura outra possibilidade para se percebê-los: a letra como imagem e como dado.

 

Livros Objeto - Bruno Munari

 

Xilogravuras de Ulýsses de Paula

 

Livro-suporte xilográfico de Ulýsses de Paula

 

Livro-objeto de Brian Dettmer 

 

Livro-de-artisrta de Ulýsses de Paula

 

Possibilitando-se a pesquisa e o desenvolvimento de uma peça gráfica, cada participante pôde experimentar diversas técnicas como colagem, desenho, frotagem e xilogravura para a elaboração de uma ilustração que convencionasse algum poema ou texto elencado à uma imagem – como poema base realizamos a leitura do Jaguadarte de também autoria do escritor Lewiss Carroll e transcrito ao português por Augusto de Campos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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