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Como foi?: Encontro da Matrice e Contos Dançados da Guiné

São Paulo, 02 de Agosto de 2015.

 

Em comemoração à Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM 2015) realizamos um encontro com as membras da Matrice para discutirmos a importância e os desafios frente à amamentação  e a jornada laboral feminina.

 

Abrimos uma roda de conversa com uma série de participantes interessadas em compartilhar suas experiências acerca de como a amamentação mudou a maneira como vêem e percebem o mundo, principalmente com relação à amamentação  no universo do trabalho 

 

 

O bate-papo contou com a participação de uma advogada da Ibfan (Rede Internacional em defesa do Direito de Amamentar) orientando as participantes sobre suas dúvidas, idéias e curiosidades acerca da amamentação.

 

 

 

Aproveitando a oportunidade da discussão foi distribuído aos participantes, que ao final já eram muitos – entre pais, mães,  mulheres, homens, pequenos e demais interessados – um zine elaborado pelo grupo Matrice chamado Zine Mama, o qual, traz como tema mulheres que desenham suas mamas sem receio, sem vergonha: o corpo é nossa principal potência integrante com o mundo, dele não devemos ter receio e vergonha.

Também convidamos as participantes que desenhassem suas mamas em folhas de papel afixadas à parede para que com esse material a segunda edição do Zine Mama seja lançada!

 

 

 

Após à discussão com o grupo da Matrice recebemos pela tarde o grupo de Contos Dançados da Guiné composto por Aboubacar Sidibé, N’Nassady Keita e Paulo Silva que embalaram todos com os ritmos e movimentos africanos. Juntamente à apresentação foi aberta uma roda de conversa para as pessoas interessadas em saber como a maternidade e a paternidade são enxergadas e praticadas na cultura africana e, principalmente, na Guiné. É interessante percebermos como que a cultura africana lida com a parentagem de forma mais coletiva – isto é, os pequenos têm a coletividade, o público em volta de si, como orientadores de suas ações além daquelas já direcionadas pelos pais.

 

 

No momento do parto, os pais saem de casa e regressam somente depois do nascimento, este é o momento em que o pai se dedicará às necessidade da mãe, deixando o recém-nascido aos cuidados das pessoas que estão na casa. Com o tempo, o pai assume e divide igualitariamente com a mãe as atividades de criação.

 

 

 

Um dos assuntos abordados na conversa falou a respeito de como as mulheres lidam com seu corpo nos períodos de amamentação, qual a relação delas com sua imagem, com as alterações que o corpo sofre e como a sociedade encara tais mudanças. Frente a tal assunto, pudemos desfrutar de algumas elucidações e orientações que o grupo transmitiu, principalmente, com relação ao fato de que para o homem as mudanças corporais da mulher fazem mais que parte do processo de desenvolvimento de uma pessoa, senão, acrescentam-na beleza e vivência – “as mulheres não se preocupam se ficam, ou não, com os peitos caídos, isso é natural. Quê mulher não ficaria? Nós homens não nos importamos com isso, elas assim são lindas. Não podemos depender de um padrão que espera imagem feminina como algo parecido a uma propaganda”, disseram.

 

 

 

Ao final fomos todos levados por Abou a aprendermos uma dança destinada à boa colheita, ocupando o jardim o público pode aprender os paços e os ritmos corporais realizando uma grande dança coletiva no jardim!

 

 

 


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