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Agenda

Lançamento

SubVersas: lançamento poético coletivo

Por Ana Beatriz Domingues, Anna Clara de Vitto, Camila Assad e Pilar Bu

24/04 das 18h30 às 21h

SubVersas: lançamento poético coletivo

 

Lançamento coletivo da Editora Urutau com livros das autoras Ana Beatriz Domingues, Anna Clara de Vitto, Camila Assad e Pilar Bu.

  

Atlântida,

de Ana Beatriz Domingues

 

“Atlântida, de Ana Beatriz Domingues, nos dá notícias de uma espécie de enamoramento não apenas pelo líquido em si, mas de um procedimento amoroso atravessado pelo fluxo em si mesmo, por sua vez conduzido também pelo líquido, por essa instância mítica da água que desemboca, em um prodígio espaço-temporal, em paragens múltiplas, desde o México a Atafona, passando subterraneamente pela cidade submersa de Atlântida — aqui tão real quanto eu e você [...]”, por Rita Isadora Pessoa.

  

Água Indócil,

de  Anna Clara de Vitto

 

“Neste livro, afogar-se e naugrafar é desejável. Não há razão para temer. O momento de voltar a superfície chega. E com ele, a resiliência. Poemas políticos, punhos fechados de mulher. Escrita ferina. Então, toda a trajetória se fecha perfeitamente em uma obra coesa.”, por Jarid Arraes.

 

eu não consigo parar de morrer,

de Camila Assad 

 

“Eis aqui o maior sentido e virtude de “Eu Não Consigo Parar de Morrer”, de Camila Assad. Trata-se de um livro enquanto percurso, ou melhor, enquanto parte de um percurso. Logo, trata-se de um livro atravessado por um tempo que chega sem revelar o seu sentido, mas que aqui está, manifestando-se nas notícias dos jornais, na realidade física do corpo, no imponderável da memória, na sua condição de mulher, no confronto com um contexto que nunca é dado por inteiro, mas que provoca reações extremas: o horror, a perplexidade, a ironia [...]”, por Daniel Francoy.

 

Bruxisma,

de Pilar Bu

 

“Bruxisma, um manifesto sem rodeios. Com linhas finais matadoras, curtas feito porrada, o livro feminista é escrito quase todo sem maiúsculas, somente com uma pontuação mínima, tudo na pura potência do verso. [...] O livro briga pelo direito inalienável de se existir mulher com dignidade e afeto. É preciso ser trovão. Indignada a cada verso com a vida, sempre tão pesada, embora se faça possível pelas mãos trançadas de muitas, a autora tece um repúdio claro a respeito da condição das mulheres na segunda década do século XXI [...]”, por Ana Rüsche.

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